Fome Tamanho G.

Fome Tamanho G.

Não é a primeira unidade que a SABORE, empresa que presta serviço de alimentação teve problema na produção e entrega da alimentação. Nas unidades hospitalares o diálogo entre o fiscal de contrato, nutricionistas, comissão de trabalhadores e a SESAB é direta e, em algumas, sem grandes ruídos. Já na unidade Hospitalar Roberto Santos, a maior unidade da capital, não é o ruído na comunicação, mais uma lista enorme de reclamações faz parte da cartela de observações para a secretaria de saúde do Estado da Bahia e a SABORE.
Nesta quinta-feira, 22 de outubro, a comissão de nutricionista, servidores e trabalhadores colocaram a faixa alertando a sociedade, imprensa e direção para uma solução imediata. O problema ganhou as redes sociais e continua a repercussão dentro do governo do Estado da Bahia.
São tantas reclamações, que caso criassem um selo de qualidade, como estão fazendo nos maiores centro do Brasil (Rio, São Paulo, Brasília e Recife), o Hospital Roberto Santos estaria fora da classificação. Com uma avaliação criteriosa, feita por meios de questionário, redes sociais e documentos oficiais, já reprovam a SABORE. Os pontos básicos para empresa de alimentação servir uma unidade hospitalar precisa no espaço ambientação natural (que consiste em valorizar a iluminação natural e a ventilação renovada), alimentação saudável (que busca o equilíbrio da refeição na origem, no preparo e no consumo da refeição mais natural) e sustentabilidade (que busca boas práticas ambientais para evitar os desperdícios de matérias primas e processos). Uma regra básica para excelência no servir boa alimentação em hospitais que a SABORE, não vem atendendo nenhuma.
A campanha continua até uma solução prática e imediata venha pela SESAB.

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