Observatório: Máscaras e EPIs para servidores da saúde.

Observatório: Máscaras e EPIs para servidores da saúde.

“Das mascará aos EPIs de qualidades são armas para combarter o COVID19”, rebate a presidente Ivanilda Brito pedindo maior proteção para os servidores públicos.

 

 

Desde a determinação do uso obrigatório de máscaras por usuários dos sistemas públicos, pessoas em carros e estabelecimentos, o SindsaúdeBa continua a pedi maior compromisso ao Governo do Estado da Bahia, ao governador Rui Costa, que olhe para os servidores públicos da saúde, em especial aos sasebianos e atenda todas as nossas notificações.

 

O uso das máscaras é obrigatoriedade, sendo atodada em todo o mundo, como mais uma das formas de conter a disseminação do novo coronavírus. O governador ainda informou que durante esta semana, máscaras de tecido serão distribuídas para a população da Bahia.

Outra novidade, que chega a Bahia, são as câmeras para medição da temperatura no metrô e estão sendo instaladas inicialmente em três estações que ainda serão definidas. De acordo com o governador Rui Costa, “essas câmeras medem a temperatura de diversas pessoas ao mesmo tempo e quem estiver com o indicativo de febre, que é um dos sintomas da Covid-19, não poderá utilizar o serviço. Para isso, teremos uma equipe de saúde na retaguarda para orientar essas pessoas a procurarem orientação médica, já que elas poderão estar com o coronavírus ou outra doença”.

 

Para a presidente do SindsaúdeBa, Ivanilda Brito, o governo precisa cuidar do seu time da saúde de imediato. “Não é possível que precisemos em plena pandemia fazer manifestação, atos e sei lá o que precise, para que o governo da Bahia entenda que seu time da saúde, servidores públicos, precisam ser cuidados e estão adoecendo não só de COVID19, mais estresse, cansaço absurdo, medo e doenças ocupacionais”, pontuou Ivanilda, que alerta para as liberações de servidores que tem direito e comorbidades, “outro ponto que ele (governo do Estado) precisa parar e conversar conosco, sobre as liberações, há problemas diversos, são comorbidades, onde os servidores que são bons no serviços precisam neste momentos ser o time 2, esses com comorbidades, ficarem na retaguarda”, explicou Ivanilda.

 

 

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