“Fome no Hospital Roberto Santos. Quem salva vidas não pode ficar com fome!”.

“Fome no Hospital Roberto Santos. Quem salva vidas não pode ficar com fome!”.

 Com uma sistêmica luta pelos direitos dos trabalhadores, através de greves, manifestações, atos e paralisações, esse ano nem com a Pandemia (Covid19) o governo da Bahia não respeitou os trabalhadores. A pauta é:  empresa de alimentação no Hospital Roberto Santos.

“Os trabalhadores e trabalhadoras, pacientes e acompanhantes do Roberto Santos estão passando fome! A situação da empresa de alimentação, que tem contrato com a Sesab e presta serviços no hospital, já foi denunciada de várias formas inclusive com   manifestações, ofícios ao secretário de saúde e meios e de comunicação”, pontuou a Secretária Geral do SindSaúdeBa, Inalba Fonenelle

Sendo um dos principais hospitais de referência no Estado da Bahia é de grande importância e se faz necessária uma atitude séria da Secretaria de Saúde da Bahia. De acordo com a presidente do Sindsaúde-BA, Ivanilda Brito, que todas as reclamações foram levadas para SESAB através de ofício e para o Conselho Estadual de Saúde da Bahia. “Estamos de forma sistemática acompanhando e relatando todas as imperícias da empresa com servidores e pacientes, sempre que nossos colegas ligam para sindicato, mandam fotos, abrimos a denúncia e pedimos que a secretaria resolva e ficamos cobrando semanalmente”, disse Ivanilda.

O refeitório e a cozinha funcionavam normalmente. “Sempre nós servidores prestamos um trabalho de qualidade, é muito estranho e revoltante tudo isso que está acontecendo, não é a primeira vez, respeitar os trabalhadores (as) mais os pacientes, não podem esperar por comida, ainda mais quem toma antibióticos fortes, isso pe muito cruel”, reiterou Maria Celeste

Para os servidores públicos da saúde, que trabalham na unidade, a situação tem se agravado desde fevereiro, quando comprovaram o desabastecimento e retira de vários itens que compõe o cardápio e prescrições necessárias para uma boa alimentação.

A alimentação é direito constitucional e trabalhista, sendo de total responsabilidade do Governo do Estado acompanhar e monitorar a empresa responsável por distribuir a alimentação na unidade.

Com vários pontos graves sendo pautado pelo sindicato e apoio dos trabalhadores (as), alguns pontos para revisão devem ser colocados na mesa do secretário e exigimos a resolução imediata.

Outro ponto grave, já relato pelos profissionais de que pacientes que ficam mais de 24 horas sem alimentação por negligência da empresa (alimentação enteral e outros).

De acordo com os trabalhadores, o prazo para o governo é ate 1 de outubro com a liberação do novo refeitório (já finalizado). Os trabalhadores e trabalhadoras decidiram que não se submeterão à humilhação que estão sendo condicionados. “Quem salva vidas não pode ficar com fome!”.

 

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