Trabalhadores do HGRS paralisam atividade para reivindicar melhores condições de trabalho

Trabalhadores do HGRS paralisam atividade para reivindicar melhores condições de trabalho

Fotos: Carlos Américo Barros


Com apitaço, faixas e carro de som, servidores do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) paralisaram as atividades na manhã desta terça-feira (18) para cobrar melhores condições de trabalho e de assistência à população.
Liderados pelo Sindsaúde, os trabalhadores se reuniram em frente à unidade para denunciar o déficit de profissionais e o bloqueio de leitos que afeta diversos setores do hospital, sobretudo, na UTI e enfermaria. Durante o protesto, a diretoria do Sindsaúde reivindicou da Sesab o aumento de número de servidores com extensão de jornada de 240h.
Até agora, a Secretaria liberou a extensão de carga horária apenas para 100 funcionários, o que não tem sido suficiente para atender à demanda. Além disso, nem todos os setores do HGRS foram contemplados com a medida emergencial que foi solicitada pelo Sindsaúde. A diretoria do sindicato alertou que ainda há risco de novas interdições de leitos nos próximos dias.
O sindicato voltou a cobrar a realização de concurso público como solução para reduzir os prejuízos causados à assistência pela falta de profissionais. O problema vem se arrastando há mais de dois meses, desde que o contrato da Sesab com a Fundação José Silveira foi finalizado, causando a demissão dos terceirizados que prestavam serviço no HGRS. Outra reivindicação da categoria é a efetivação do sistema de marcação de consulta do ambulatório que encontra-se suspenso, trazendo problemas para os usuários.

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