Presidente do Sindsaúde Bahia participa do II Encontro VigiMed e reforça importância da segurança dos pacientes na rede de saúde
A presidente do Sindsaúde Bahia, Ivanilda Brito, participou na manhã nesta segunda-feira (8), no Auditório da SEC (Secretaria de Educação) em Salvador, do II Encontro VigiMed, seminário promovido para discutir a importância da notificação de eventos adversos relacionados ao uso de medicamentos e vacinas nas unidades de saúde, salões de beleza e demais estabelecimentos que utilizam produtos sujeitos à vigilância sanitária.
Durante todo o dia, os participantes acompanham palestras e discussões voltadas para o aperfeiçoamento dos processos de notificação e monitoramento de ocorrências que possam comprometer a segurança dos usuários dos serviços de saúde.
O VigiMed é o sistema disponibilizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o registro e acompanhamento de suspeitas de eventos adversos relacionados a medicamentos e vacinas. A ferramenta permite que profissionais de saúde, instituições e cidadãos contribuam para a identificação de possíveis riscos, auxiliando na adoção de medidas preventivas e corretivas em todo o país.
Para Ivanilda Brito, a participação do Sindsaúde Bahia em debates como este é fundamental para fortalecer a qualidade da assistência prestada à população e ampliar o conhecimento dos trabalhadores sobre os mecanismos de vigilância em saúde.
“A segurança do paciente deve estar sempre no centro das ações dos serviços de saúde. A notificação correta de eventos adversos é uma ferramenta importante para identificar riscos, aprimorar protocolos e garantir um atendimento cada vez mais seguro para a população. Por isso, o Sindsaúde Bahia considera essencial participar de espaços de discussão e qualificação como o II Encontro VigiMed”, destacou a presidente.
A farmacovigilância é considerada uma das principais estratégias para monitorar a segurança de medicamentos e vacinas após sua utilização pela população. As informações registradas no sistema permitem que autoridades sanitárias acompanhem ocorrências, identifiquem padrões e adotem medidas que contribuam para a proteção da saúde coletiva.