Melhoria da mobilidade urbana foi discutida em audiência
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A mobilidade urbana está diretamente relacionada à qualidade de vida. Os efeitos negativos de um transporte público de má qualidade podem trazer diversas consequências para a vida do cidadão, inclusive danos à saúde. Visando minimizar esses problemas, cerca de 300 pessoas lotaram o auditório da Biblioteca Pública dos Barris nesta quarta-feira (13) na audiência pública “Queremos Ouvir você sobre o Sistema de Transporte Público de Salvador”.
Promovido pela Ouvidoria da Câmara Municipal, o encontro teve o objetivo de discutir propostas e debater o edital para licitação do sistema de transporte coletivo por ônibus em Salvador, publicado no dia 7 de novembro. A Diretora do Sindsaúde e ouvidora geral da Câmara Municipal, Aladilce Souza, salientou que o transporte público de má qualidade pode interferir na saúde mental e física do cidadão, sendo um dos maiores causadores de estresse da vida das pessoas. “As pessoas sofrem esperando o transporte, quando passam 2 ou 3 horas em pé dentro do ônibus, pelo desconforto e longo tempo de viagem”, salientou.
A vereadora apontou a ausência de um Plano de Diretor de Mobilidade Urbana e do Conselho de Transportes (órgão de controle social responsável por acompanhar a política de mobilidade) e o prazo de 30 anos de contrato previsto na minuta do edital de licitação como pontos que precisam ser revistos pelo Executivo. Sindicatos de categorias, associações, urbanistas, estudantes e cooperativas de transporte, além de lideranças comunitárias, estiveram presentes na audiência. A prefeitura, através da Secretaria Municipal de Urbanismo e Transportes, não compareceu e nem confirmou o convite.
Os representantes das diversas instituições presentes foram unânimes em considerar a necessidade de uma discussão ampla sobre a qualidade do transporte, a garantia das normas de acessibilidade, a integração da capital com as cidades vizinhas, a questão do custo do transporte e a tarifa a ser cobrada à população. O encontro concluiu com a aprovação de um documento reivindicando o adiamento da licitação para que se estabeleça amplo debate na sociedade com vistas à elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Salvador conforme exigência da Lei Federal 12.658 (Lei de Mobilidade Urbana) a ser entregue ao chefe do Poder Executivo municipal,ao Procurador Geral do Estado e ao presidente da Câmara Municipal no próximo dia 19. O Sindsaúde conclama todos os servidore (as) a acompanharem e participarem dessa luta, afinal, um transporte público ágil e de qualidade é direito de todos nós.
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A mobilidade urbana está diretamente relacionada à qualidade de vida. Os efeitos negativos de um transporte público de má qualidade podem trazer diversas conseqüências para a vida do cidadão, inclusive danos à saúde. Visando minimizar esses problemas, cerca de 300 pessoas lotaram o auditório da Biblioteca Pública dos Barris nesta quarta-feira (13) na audiência pública “Queremos Ouvir você sobre o Sistema de Transporte Público de Salvador”.
Promovido pela Ouvidoria da Câmara Municipal, o encontro teve o objetivo de discutir propostas e debater o edital para licitação do sistema de transporte coletivo por ônibus em Salvador, publicado no dia 7 de novembro. A Diretora do Sindsaúde e ouvidora geral da Câmara Municipal, Aladilce Souza, salientou que o transporte público de má qualidade pode interferir na saúde mental e física do cidadão, sendo um dos maiores causadores de estresse da vida das pessoas. “As pessoas sofrem esperando o transporte, quando passam 2 ou 3 horas em pé dentro do ônibus, pelo desconforto e longo tempo de viagem”, salientou.
A vereadora apontou a ausência de um Plano de Diretor de Mobilidade Urbana e do Conselho de Transportes (órgão de controle social responsável por acompanhar a política de mobilidade) e o prazo de 30 anos de contrato previsto na minuta do edital de licitação como pontos que precisam ser revistos pelo Executivo. Sindicatos de categorias, associações, urbanistas, estudantes e cooperativas de transporte, além de lideranças comunitárias, estiveram presentes na audiência. A prefeitura, através da Secretaria Municipal de Urbanismo e Transportes, não compareceu e nem confirmou o convite.
Os representantes das diversas instituições presentes foram unânimes em considerar a necessidade de uma discussão ampla sobre a qualidade do transporte, a garantia das normas de acessibilidade, a integração da capital com as cidades vizinhas, a questão do custo do transporte e a tarifa a ser cobrada à população. O encontro concluiu com a aprovação de um documento reivindicando o adiamento da licitação para que se estabeleça amplo debate na sociedade com vistas à elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Salvador conforme exigência da Lei Federal 12.658 (Lei de Mobilidade Urbana) a ser entregue ao chefe do Poder Executivo municipal,ao Procurador Geral do Estado e ao presidente da Câmara Municipal no próximo dia 19.
Conclamamos a todos os servidore (as) a acompanharem e participarem dessa luta, afinal, um transporte público ágil e de qualidade é direito de todos nós.
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