Entidades Médicas são contra o piso salarial e jornada de trabalhados dos enfermeiros.

O projeto de Lei 2564/20, de autoria do senador Fábio Contarato, que fixa piso salarial para os enfermeiros em R$ 7.315, para técnicos de enfermagem em R$ 5.120,50 e para auxiliares de enfermagem e parteiras em R$ 3.657,50 em uma jornada uma jornada de 30 horas semanais de trabalho, está bem perto de ser votada no Senador Federal.
O PL está sobre relatoria da senadora Zenaide Maia e se for aprovado, põe fim a uma luta da categoria, que já dura trinta 30 anos, por um piso salarial digno e uma jornada de trabalho justa. E corrigi, assim, enormes diferenças em relação ao piso pago a estes profissionais pelo país.
Mas a proposta tem recebido diversas ações contrarias. Esta semana, no dia 12 de abril, entidades como a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, Associação Brasileira de Planos de Saúde, Associação Nacional de Hospitais Privados, Confederação Nacional das Cooperativas Médicas, Confederação Nacional de Saúde Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas, Federação Brasileira de Hospitais e Federação Nacional de Saúde Suplementar encaminharam ofícios ao Senado, pedindo que o projeto não seja votado com a justificativa, de que estão sofrendo prejuízos grandes com a pandemia.
Estas entidades estimam que, com a aprovação, o impacto financeiro vai ser de 55 bilhões de reais, sendo 18 bilhões, no setor público, e que não teriam como arcar com os pagamentos.