COVID19: uso das máscaras.

COVID19: uso das máscaras.

Desde a crescente Pandemia no mundo, a imagem que mais observamos através dos canais de televisões, redes sociais, fotos e vídeos circulando nos grupos de whatsapp, com pessoas usando máscara em público se tornou primeira necessidade. Mas a Organização Mundial da Saúde (OMS), não lista o uso de máscaras como umas das medidas, 100%. As autoridades aqui no Brasil, pedem que somem forças contra o Covid-19, com o uso das mascaras, sejam forma de controlar o avanço.

 

A Covid-19 se transmite principalmente, por gotículas de salivas contaminadas que acabam sendo levadas pelas mãos para aberturas do corpo, como boca e nariz. O risco de transmissão pelo ar, até agora, parece baixo. Por isso, o uso de máscaras não garante que você não será contaminado – se você levar às mãos ao rosto para ajeitar a máscara, por exemplo, o vírus conseguirá entrar de qualquer jeito. O ideal mesmo é manter as mãos sempre higienizadas com água e sabão ou álcool gel, principalmente ao retornar de ambientes públicos, além de evitar grandes aglomerações, não dividir objetos pessoais e não tocar o rosto.

 

De acordo com a presidente do SindsaudeBa, Ivanilda Brito, as máscaras podem ter um efeito benéfico no controle da pandemia. “O uso impedi que pessoas infectadas levem o vírus adiante, com a boca e o nariz cobertos, os fluídos dessas pessoas não entram em contato com outras pessoas ou objetos, limitando o espalhamento da doença”, explicou a presidente.

Maioria dos brasileiros defende que manter as pessoas em casa é o mais importante neste momento da crise do novo COVID-19, aponta pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira (06). De acordo com o levantamento, 76% das pessoas querem o isolamento social, ao contrário do que defende o presidente Jair Bolsonaro.

 

O Brasil tem 11.130 casos confirmados e 486 mortes em decorrência da epidemia. Segundo o Ministério da Saúde, o número de novas ocorrências confirmadas por dia caiu neste domingo ― foram 852 novos casos contra 1.222 registrados no sábado. No entanto, essa oscilação pode ser reflexo do ritmo de testagem, que ainda não é estável e pode variar a cada dia. Os EUA preveem que esta semana representará o momento “Pearl Harbor ou o 11 de Setembro” da epidemia, nas palavras do porta-voz de saúde, Jerome Adams. Enquanto isso, a Europa começa a receber boas notícias. A Espanha manteve nesta segunda-feira a tendência de redução na taxa de crescimento da pandemia, com 637 mortes em 24 horas, o menor número em um único dia desde 24 de março.

Para a diretora de comunicação e vereadora, Aladilce Souza, aconselha que pessoas com os sintomas da doença utilizem máscaras ao sair em público para evitar infectar outros. “Temos que nos cuidar, ajudar o SUS, não podemos colapsar ao ponto de morrermos pelo simples fato de não entendermos que o isolamento é uma forma eficaz e necessária para salvar eu, você e nossas famílias, tem dúvidas sobre os sintomas, ligar para 155, gratuitamente, esse é primeiro passo!”, explicou Aladilce.

Alguns especialistas argumentam, porém, que o uso generalizado de máscaras poderia ajudar a combater um problema da nova pandemia: o da transmissão assintomática.

Uma das preocupações das autoridades é que a busca generalizada por máscaras possa levar a uma falta do produto para os que mais precisam – os profissionais de saúde.

Por isso, usem as máscaras personalizadas e feitas pelas cooperativas de economia solidária (lista na página da UnisolBahia) e outros segmentos como costureiras e blogueiras,   seguindo as recomendações sanitárias.

De qualquer forma, se você estiver se perguntando se deve ou não usar máscara, lembre-se: o que previne mesmo a doença é a higienização constante das mãos.

ASCOM – SindsaudeBa

 

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