Sindsaúde Bahia é contra o reajuste de 4%, dividido em duas parceladas, sinalizado pelo governo do estado

Sindsaúde Bahia é contra o reajuste de 4%, dividido em duas parceladas, sinalizado pelo governo do estado

Em matéria publicada em canais de comunicação, o Governo do estado comunicou que vai conceder um reajuste linear de 4% para os servidores, dividido em duas parcelas de 2%, a serem pagas em maio e setembro, sem retroativo à data base (01 de janeiro).
O comunicado também inclui o aumento de 6,97% para mais de 30 mil servidores que recebem abaixo do salário mínimo, correspondendo ao aumento linear da categoria, com a somatória do percentual de 2,97% na parcela de setembro.
O governo propõe também o reajuste no ticket-alimentação, sendo: R$ 13,00, para carga horária de 30 horas, e R$ 20,00 para 40 horas. No texto foi afirmado que o referido aumento teve a anuência das entidades sindicais.
O Sindsaúde Bahia vem a público informar que é veementemente, contrário à proposta do governo, visto que o reajuste apontado não repõe as perdas salariais decorrentes da inflação, que já somam 54,25%, e o aumento irrisório do auxílio alimentação não corresponde ao valor de uma alimentação digna. O sindicato, junto com outras entidades sindicais que compõem a FESPEBAHIA, realizou uma mobilização com carreta, finalizando no CAB, contra a imposição do reajuste de 4% proposta pelo governo.
Em assembleia, realizada após o ato, foi decidido apresentar uma contraproposta de reajuste de 10% para os servidores, entendendo que o referido aumento não afetará o limite prudencial de gastos com pessoal. A categoria pediu respeito à legislação, que define a data base em 1º de janeiro, o cumprimento de pagamento do retroativo, a abertura da mesa de negociação permanente e garantia da realização de concurso público.

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