Trabalhadores do HGRS estão passando por transtornos após interdição do estacionamento da unidade

Trabalhadores do HGRS estão passando por transtornos após interdição do estacionamento da unidade

Além de amargarem três anos sem reajuste do governo estadual, os servidores da saúde que trabalham no Hospital Geral Roberto Santos estão sendo prejudicados com multas e tendo os seus veículos rebocados devido à falta de vagas no estacionamento da unidade, que foi interditado após as obras para construção do novo refeitório.

 

A reforma está sendo realizada numa das poucas áreas disponíveis para o estacionamento dos trabalhadores. A situação tem gerando enormes filas de engarrafamento e atrasos no atendimento, já que os profissionais passam mais de uma hora procurando uma vaga para estacionar os seus veículos no entorno do hospital.

Os servidores não foram informados sobre a realização das obras e a direção do hospital não fez qualquer esforço para adequação de novos espaços para abrigar os veículos. Pelo contrário. É a própria diretoria do hospital que tem solicitado à presença dos agentes da Transalvador no local, segundo informações de trabalhadores do órgão municipal.

 

O fluxo de veículos no Hospital Roberto Santos aumentou consideravelmente nos últimos anos, após a construção do muro no entorno da unidade, que eliminou o acesso de linhas de ônibus até a entrada do HGRS, causando dificuldade de acesso e insegurança para os profissionais, sobretudo à noite.

A diretoria do Sindsaúde-Ba já se reuniu com a direção do hospital e com representantes da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana várias vezes, cobrando solução para o problema. O sindicato propôs a utilização de áreas disponíveis para o funcionamento de um novo estacionamento próximo ao hospital. A utilização desses espaços depende da autorização do secretário de saúde Fábio Vilas-Boas e da realização de adequações no acesso que garantam a segurança dos trabalhadores.

A diretoria do Sindsaúde-Ba vai realizar uma reunião com os trabalhadores, no dia 28 de agosto (terça-feira), no auditório do ambulatório anexo, às 9h, para deliberar quais ações serão tomadas, caso o problema não seja solucionado em curto prazo.

 

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