Diretoria do Sindsaúde se reúne com servidores do interior e lança campanha pela valorização do grupo administrativo
A presidente do Sindsaúde-Ba Ivanilda Brito e a diretora Maria Leonor Carvalho se reuniram com os servidores da saúde da base de Santo Antônio de Jesus (antiga 4ª Dires), na quarta-feira (23/5) e com os servidores de Alagoinhas na quinta-feira (24/5).
O objetivo foi esclarecer dúvidas, fortalecer o vínculo da categoria com o sindicato e promover a unidade dos trabalhadores para fazer o enfrentamento com o governo.
Foram passadas informações referentes à luta pela Campanha Salarial e pela reabertura de diálogo com o governo para discussão das pautas específicas da categoria, como Progressão, Promoção, revisão da tabela da GID, além dos processos judiciais impetrados pelo sindicato. Na avaliação da diretoria do Sindsaúde-Ba, a viagem foi bastante proveitosa, pois, além de levar informações atualizadas, também foram recolhidas muitas demandas dos servidores.

Campanha pela valorização do Grupo Administrativo
Durante as viagens aos municípios, a presidente Ivanilda Brito e a diretora Maria Leonor Carvalho lançaram a Campanha “Sou Servidor Administrativo, Sou da Saúde”, que visa fortalecer a luta dos Auxiliares e Técnicos Administrativos do estado
pela regulamentação da Lei 11.374 de 2009, que engloba todos os servidores administrativos do Estado, com o objetivo de garantir o direito à carreira, com a efetivação da progressão e promoção, e ao enquadramento.
A presidente Ivanilda reforçou para os servidores que a luta dos administrativos é uma das prioridades de sua gestão. Durante a reunião com os trabalhadores, ela passou os informes sobre as deliberações da assembleia dos administrativos, realizada no dia 9 de maio, quando foram aprovadas estratégias de atuação para que a categoria tenha seus direitos efetivados e garantidos.
Uma delas é a proposição de uma ação jurídica cobrando do governo a regulamentação da Lei 11.374 de 2009 e a elaboração de um documento que será encaminhado à Procuradoria Geral do Estado (PGE), Serin, Sesab, Saeb e Assembleia Legislativa, questionando ao Estado o porquê do descumprimento da regulamentação, que deveria ocorrer há 9 anos.


