Servidores da Saúde aprovam paralisação com indicativo de greve por tempo indeterminado

Servidores da Saúde aprovam paralisação com indicativo de greve por tempo indeterminado

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Foto: Eduardo Paranhos

Os servidores da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) decidiram em assembleia, realizada nesta terça-feira (30), paralisar as atividades nos dias 9 e 10 de julho com indicativo de greve por tempo indeterminado, caso o governo não reverta o corte do adicional de insalubridade dos 1.518 trabalhadores. Foi aprovada também a propositura de um Mandado de Segurança para tentar suspender o ato do governo. 

 

Em auditório repleto e com grande representação do interior, os servidores manifestaram também grande revolta com a situação de desmonte das ações de saúde nas regiões correspondentes às antigas Dires, extintas através da reforma administrativa, efetivada no atual governo. Os relatos denunciam a falta de material e combustível para a realização das atividades assistenciais e de vigilância, atraso de pagamento de aluguel e energia elétrica das sedes bem como desarticulação entre a DIVISA e DIVEP e os Núcleos e Bases Operacionais do interior do estado.

 

Ficou deliberado que no dia 9 de Julho, os servidores irão realizar um protesto durante a reunião do Conselho Estadual de Saúde (CES), na Assembleia Legislativa da Bahia, às 13h. Já no dia 10 de julho, a categoria irá participar da Plenária Popular e Democrática com o tema “A Situação de Saúde  na Bahia rumo à 15a. Conferência Nacional de Saúde”, no Centro Cultural da Câmara Municipal de Salvador. No dia 13 de julho será realizada uma nova assembleia que poderá deliberar a greve geral na Saúde, caso o governo não revogue a medida.  

 

Antes da assembleia, a diretoria do Sindsaúde-Ba participou de uma reunião com o secretário de Relações Institucionais do Estado, Josias Gomes, com a presença dos superintendentes de Recursos Humanos da SAEB  e  da Sesab, Adriano Tambone e Joana Pinheiro, respectivamente. 

 
 

Durante o encontro, o sindicato deixou clara a sua posição contrária ao corte, criticou a postura unilateral e abrupta do governo e reivindicou a revogação da medida, considerando que constitui-se  em redução de remuneração e supressão de direito adquirido. Apesar dos argumentos, não houve acordo por parte do governo. Novos cortes do adicional de insalubridade deverão ocorrer em breve em diversas unidades da capital e interior.

 

Diante da postura inflexível do governo, o Sindsaúde conclama a categoria para fortalecer o movimento na tentativa de reverter o corte da insalubridade que trouxe prejuízos enormes para os trabalhadores e suas famílias. O sindicato conclama a adesão de todos nas paralisações e a participação em massa na assembleia que será realizada no dia 13 de julho. O movimento  também irá às ruas no dia 2 de julho com faixas e cartazes denunciando o corte da insalubridade e a falta de condições de trabalho e assistência à população.  O Momento é de luta!

 
 

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