Sindsaúde e entidades visitam instalações do Hospital Ernesto Simões Filho

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Por solicitação do Sindsaúde, uma comissão de entidades da área de saúde visitou as instalações do Hospital Ernesto Simões Filho, na última segunda-feira (1º de abril), para constatar as denúncias de atraso das obras de reforma e ampliação, que há mais de seis meses se encontra totalmente parada.

Participaram da visita, as diretoras do Sindsaúde, Tereza Deiró, e Aladilce Souza, que também é vice-presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores, representantes do Conselho Municipal de Saúde, Sindimed, Coren-BA, Sindicato dos Enfermeiros e trabalhadores do hospital.

Durante a visita, foi constatado que as instalações da emergência, que funcionam num contêiner, não atendem à demanda de atendimento, a exemplo dos setores de regulação, coordenação e apoio do laboratório, instalados numa pequena sala com dificuldades de circulação e execução das atividades. Outro problema é o funcionamento da sala de ECG junto ao consultório médico onde, muitas vezes, dois pacientes dividem o mesmo espaço, gerando constrangimento para ambos.

A pediatria do HESF foi desativada e a emergência não possui unidade pediátrica. O atendimento às crianças vem sendo realizado em condições inadequadas, com esforço dos profissionais que relatam muitas dificuldades para regularem o paciente para outras unidades. Foi observado ainda que tanto o conforto médico como o da enfermagem são quase inexistentes, impondo aos trabalhadores condições precárias em seus plantões.

De acordo com os servidores, o contrato para a reforma do hospital não inclui a construção de vigas e outras estruturas para um novo andar, previsto anteriormente, e que a empresa contratada aguarda um “aditivo” que não tem o aval por parte da Sucab. Segundo os diretores do sindicato, este é um impasse que precisa ser solucionado pela Sesab, para que o HEESF tenha sua reforma concluída. 

Os servidores relataram ainda a falta de segurança na clínica médica, onde qualquer pessoa tem acesso à enfermaria. Além disso, os pacientes custodiados não estão sob nenhuma segurança policial, colocando servidores e pacientes em constante risco. Outra queixa é que as escalas vêm sendo feitas com poucos funcionários, gerando sobrecarga e comprometimento da assistência nos seus diversos níveis e complexidade.

Após o encontro no hospital, entidades se comprometeram em encaminhar um documento com as demandas constatadas ao secretário da Saúde do Estado, Washington Couto, às comissões da Câmara de Vereadores e da Assembléia Legislativa da Bahia, aos conselhos municipal e estadual de Saúde e ao Ministério Público do Estado, solicitando as providências para que sejam reiniciadas as obras da unidade.

 

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