Clima de terrorismo para privatização do HMV

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O clima de terrorismo instalado para a privatização do Hospital Manoel Victorino aumentou. Além da pressão imposta pela nova diretoria da unidade, a empresa apresentada como vencedora do julgamento da proposta de licitação para gestão do HMV, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar (IBDAH), também já está ditando regras para os servidores, antes mesmo da conclusão do processo e da Ação Civil Pública instaurada pelo Ministério Público Federal.

Ameaçados e inseguros, os trabalhadores do Manoel Victorino se reuniram com a diretoria do Sindsaúde nesta quinta-feira (26) para traçar os novos rumos do movimento de resistência contra a mudança de gestão do hospital. Em um comunicado divulgado dentro do hospital, o IBDAH anuncia que a partir desta quinta passará a determinar as escalas de trabalho dos funcionários, juntamente com as coordenações de cada setor.

O documento causou estranheza aos servidores e ao Sindsaúde, já que a legalidade da privatização do HMV ainda está sendo analisada pelo MPF.  Durante a reunião, o sindicato ressaltou que enquanto o problema não estiver definido, a empresa não poderá ter nenhuma autonomia sobre os servidores.  Todas as determinações deverão ser comunicadas pela própria Sesab.  Os funcionários e o sindicato continuam intensificando a mobilização contra a privatização do HMV e já estão organizando nova manifestação para os próximos dias.

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