Aposentadoria, um sonho ainda mais distante.

Aposentadoria, um sonho ainda mais distante.

Aposentadoria, um sonho ainda mais distante.

Foi um trabalho de profissional. O governo do Estado da Bahia enganou a todos, trabalhadores e apoiadores da sua base com a campanha de necessidade da Reforma da Previdência. Um projeto tão ruim, quanto do governo federal, com a mesma denominação a Nova Previdência,  ficará clara, é uma armadilha completa para todos os servidores públicos, em especial as mulheres.

Sabemos que o rombo do INSS não é culpa dos servidores públicos da saúde, muito menos, professores e administrativos, a reforma vem com uma série de maldades que vão aumentar a desigualdade social, diminuírem salários, aumenta a especulação para plano privados e coloca a mulher em situação mais vulnerável.

A atual reforma da previdência social ficou ruim. “Como não bastassem os 5 anos sem reajuste (Emenda 26-1/02/2020), a reforma do Estado da Bahia diminui gastos com servidores estaduais que vão impactar diretamente na qualidade do serviço”, pontuou a presidente do SindsaudeBa, Ivanilda Brito.

“Idade mínima 61 anos mulher e 64 para homem; tempo de contribuição (25 anos), 10 anos no serviço público; as transições – requisitos (mulher) 30 anos contribuição + 54 idade; (homem)35 anos + 59 anos de idade, 15 anos serviço público (5 anos no cargo), vai para transição2 – [mulher] 30 anos de contribuição + 57 de idade; [homem] 35 anos contribuição + 60 anos de idade; 20 anos serviço público + 5 anos no cargo – pedágio de 60% dp TC que falta para aposentar antes da publicação da EC26”, pontuou a Dr Claudia Bezerra, sobre o calculo.

A proposta de Emenda à Constituição (PEC) modificou as regras da previdência social dos servidores públicos do Estado, como foi batizada como PEc da Maldade, foram diversas manifestações ocorridas para tentar barrar ou amenizar o pacote de maldades que o então Governador Rui Costa proposta a todos os trabalhadores.

Em uma luta desigual, servidores pediam ao governador Rui Costa que retirasse a medida, a única resposta era não. “A Reforma da Previdência é autoritária e não dialoga com as necessidades dos servidores públicos do Estado, isso causou muita indignação e revolta, não vamos esquecer esse pacote de maldades aplicado para os servidores fora os 5 anos sem reajustes”, disse a diretora de comunicação e vereadora, Aladilce Souza.

“Consideramos que a forma com a qual o governador agiu foi muito autoritária e revela um desprezo com os servidores públicos, cadê o lado democrático do governo? “, pontuou Aladilce que mostra-se indignada com a alíquota de 14% e a criação da previdência complementar.

“Vale lembrar que o Governo do Estado da Bahia já fez no ano passado, o aumento da alíquota e a criação da previdência complementar, essas duas coisas são maldades, então não precisava mandar e aprovar agora em pleno recesso, sem diálogo com as entidades, o que tornou a situação muito grave e indignante, onde está o lado democrático? “, conversou a presidente Ivanilda.

Com uma luta por reajuste, pagamento da URV, os casos de assédios moral, terceirização em massa, luta por novos concursos e pautas urgentes, o SindsaúdeBa convoca todos os servidores públicos da saúde para a luta unificada, “Vamos juntos construir nossa história de luta e defesa dos nossos direitos”, convocou Ivanilda Brito.

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