{"id":7629,"date":"2016-11-07T12:31:24","date_gmt":"2016-11-07T15:31:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindsaudeba.org.br\/novo\/?p=7629"},"modified":"2019-12-13T17:47:45","modified_gmt":"2019-12-13T20:47:45","slug":"a-ingenuidade-sobre-a-pec-241-por-karla-borges","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindsaudeba.org.br\/portal\/blog\/a-ingenuidade-sobre-a-pec-241-por-karla-borges\/","title":{"rendered":"A ingenuidade sobre a PEC 241, por Karla Borges"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"bU2DzoMSgc\"><p><a href=\"https:\/\/jornalggn.com.br\/pec-55-pec-241\/a-ingenuidade-sobre-a-pec-241-por-karla-borges\/\">A ingenuidade sobre a PEC 241, por Karla Borges<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe title=\"&#8220;A ingenuidade sobre a PEC 241, por Karla Borges&#8221; &#8212; GGN\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" src=\"https:\/\/jornalggn.com.br\/pec-55-pec-241\/a-ingenuidade-sobre-a-pec-241-por-karla-borges\/embed\/#?secret=bU2DzoMSgc\" data-secret=\"bU2DzoMSgc\" width=\"600\" height=\"338\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.sindsaudeba.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/fotorpoliticassociais_3.jpg\"><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-medium wp-image-7630\" src=\"http:\/\/www.sindsaudeba.org.br\/novo\/wp-content\/uploads\/2016\/11\/fotorpoliticassociais_3-300x152.jpg\" alt=\"fotorpoliticassociais_3\" width=\"300\" height=\"152\" \/><\/a>Imaginar que cinco artigos que comp\u00f5em a PEC 241 v\u00e3o modificar a gest\u00e3o fiscal do pa\u00eds e melhorar a economia \u00e9 no m\u00ednimo ingenuidade! Por acaso, antes da EC 40\/03, as taxas de juros cobradas no pa\u00eds eram inferiores a 12% a.a como determinava a Constitui\u00e7\u00e3o Federal? Por que limitar as despesas de sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, se s\u00e3o \u00e1reas priorit\u00e1rias e essenciais? Por que sacrificar o povo brasileiro em vez de promover uma profunda altera\u00e7\u00e3o nos gastos com os poderes da Rep\u00fablica?<br \/>\nPor que n\u00e3o propuseram a extin\u00e7\u00e3o do Senado Federal e a manuten\u00e7\u00e3o apenas da C\u00e2mara dos Deputados? Por que n\u00e3o propuseram reduzir de forma dr\u00e1stica os vencimentos de pol\u00edticos, magistrados, delegados, procuradores, ju\u00edzes, promotores, auditores e demais servidores equiparando-os aos subs\u00eddios dos professores? N\u00e3o seria mais justo? Por que n\u00e3o propuseram um corte nas regalias oferecidas aos representantes do povo e dos Estados, aux\u00edlios disso e daquilo outro? Por que n\u00e3o propuseram diminuir o tamanho do Estado e cortar na carne dos tr\u00eas poderes as suas despesas?<br \/>\nPor que n\u00e3o imputar um limite rigoroso para as despesas de publicidade? Por que n\u00e3o auditar os sal\u00e1rios que foram pagos acima do teto constitucional nos \u00faltimos anos a fim de reparar os preju\u00edzos causados ao Estado com a devolu\u00e7\u00e3o das quantias indevidas? Por que n\u00e3o tributar as grandes fortunas, as aeronaves, os iates, os lucros e dividendos? Por que n\u00e3o reduzir as imunidades tribut\u00e1rias? Por que instituir um novo regime fiscal por vinte exerc\u00edcios financeiros se n\u00e3o existe nenhuma experi\u00eancia exitosa dessa natureza no mundo?<br \/>\nComo fixar para cada exerc\u00edcio limite individualizado para a despesa prim\u00e1ria do Poder Executivo, Judici\u00e1rio, Legislativo, Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, Minist\u00e9rio P\u00fablico da Uni\u00e3o e Defensoria P\u00fablica da Uni\u00e3o, engessando o or\u00e7amento e sabendo que \u00e9 muito dif\u00edcil o seu cumprimento? As veda\u00e7\u00f5es que ser\u00e3o aplicadas pelo descumprimento do novo regime, caso aprovado, s\u00e3o razo\u00e1veis?<br \/>\nSal\u00e1rios congelados para servidores p\u00fablicos, impedimento de promo\u00e7\u00e3o de n\u00edvel de carreira, impossibilidade de nomear os candidatos j\u00e1 aprovados em concurso p\u00fablico, proibi\u00e7\u00e3o de realizar concurso p\u00fablico por 20 anos, extin\u00e7\u00e3o de todas as isen\u00e7\u00f5es concedidas e veda\u00e7\u00e3o de concess\u00e3o de incentivo ou benef\u00edcio de natureza tribut\u00e1ria da qual decorra ren\u00fancia de receita, ou seja, nunca mais um REFIS, nunca mais uma redu\u00e7\u00e3o no valor do tributo, nunca mais nenhum benef\u00edcio para o contribuinte ainda que justo seja.<br \/>\nUma emenda constitucional que n\u00e3o reduz a carga tribut\u00e1ria como muitos pleiteavam para estimular a atividade econ\u00f4mica? Um modelo que n\u00e3o ser\u00e1 capaz de atender as necessidades b\u00e1sicas da popula\u00e7\u00e3o, diminuindo significativamente os servi\u00e7os prestados ao cidad\u00e3o brasileiro. \u00c9 essa PEC mesmo que voc\u00ea quer aprovar? Chegou a hora efetiva de bater panela, pois, agora, o que est\u00e1 em jogo \u00e9 o prato de comida que voc\u00ea poder\u00e1 n\u00e3o ter mais amanh\u00e3. E n\u00e3o ser\u00e1 por falta de aviso! Acorda Brasil!<br \/>\n<em><strong>Karla Borges &#8211; Professora do Instituto Latino-americano de Estudos Jur\u00eddicos \u2013 ILAEJ<\/strong><\/em><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; A ingenuidade sobre a PEC 241, por Karla Borges &nbsp; Imaginar que cinco artigos que comp\u00f5em a PEC 241 v\u00e3o modificar a gest\u00e3o fiscal do pa\u00eds e melhorar a economia \u00e9 no m\u00ednimo ingenuidade! 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