PLENÁRIA VACINA JÁ LANÇA MOVIMENTO EM DEFESA DO SUS E DA VACINAÇÃO PARA TODA POPULAÇÃO BRASILEIRA

PLENÁRIA VACINA JÁ LANÇA MOVIMENTO EM DEFESA DO SUS E DA VACINAÇÃO PARA TODA POPULAÇÃO BRASILEIRA

A plenária Vacinação já, uma iniciativa baiana, que movimentou entidades sindicais, movimentos sociais no país e parlamentares, foi realizada no fim da tarde desta quinta-feira, via online, encabeçada pelo SindSaúde Bahia.

Logo na abertura do movimento virtual, a diretora do SindSaúdeBahia, Aladilce Souza, explicou que a plenária era um esforço coletivo e a partida para um grande movimento no país por um plano nacional de vacinação, para o Brasil saia da situação que se encontra, com mais de 200 mil mortes causadas pela Covid-19.

No evento foi lançado o Movimento Vacina já. Durante os discursos, participantes destacaram a necessidade da defesa do SUS e que a vacinação seja realizada através do Sistema Único de Saúde para que toda população brasileira tenha acesso a imunização.

Moisés Toniolo, representante CNS, Conselho Nacional de Saúde, lembrou que é necessário ficarmos atentos e disse que a próxima campanha contra a Covid não terá universalidade, integralidade e equidade. E que é necessária uma aprovação rápida de uma vacina emergencial, pela Anvisa, para que a vacinação tenha data para começar.

“Estamos vivendo uma catástrofe sanitária. E nós temos uma coisa rara no mundo inteiro. O Brasil pode ter soberania e autonomia para produzir as vacinas necessárias através da Fiocruz e do Butantã”, explicou Lúcia Souto, presidente do Cebes – Centro de Estudos Brasileiros em Saúde.

Pascoal Carneiro, presidente do CTB foi um dos que defendeu o Sus, quando disse que “se o Brasil não tem o Sus, uma política de Sus, o número de martes já seria muito maior. Por isto é importante a defesa do Sus, porque se não fosse ele, o número de mortes já seria de dois milhões de pessoa.” E ressaltou que o Sus tem que ser fortalecido.

– É um absurdo, que setores privados da área de Saúde cogitem uma ideia de estabelecer o acesso a vacina pela condição de pagamento e não pela necessidade. É preciso garantir o acesso equitativo às vacinas, falou Luiz Eugênio, representante da Abrasf.

“Essa iniciativa é uma piloto de várias que pretendemos realizar para unir forças contra todos que querem retirar os direitos dos servidores públicos do Brasil, não é federal, Estadual e Municipal, somos a força motriz das esferas governamentais, desmontar o serviço público é um retrocesso enorme é perder qualidade desde a serviços de atendimento básico de qualidade até complexos, onde servidores públicos são os braços das esferas políticas em prol da sociedade, então,  fortalecer o SuS e exigir respeito ao serviço público”, pontuou a presidente do SindSaúdeBa, Ivanilda Brito.

Essa inciativa é a primeira de muitas unindo todas as entidades do Brasil.

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